12/05/2010 - Alunos do Jd. São José praticam rapel em sexta diferente
Dia 14 de maio (sexta), às 14 horas, acontecerá na Fundhas Jardim São José (Rua Genilda Maria de Oliveira, 12 ) uma atividade diferenciada: “A Sexta Diferente” quando professores de todas as áreas vão se unir e proporcionar espaços de integração entre as turmas, com capoeira, rapel, futebol, espaço da beleza e fotografias “malucas”.
A ideia surgiu com o objetivo de promover uma rotina especial aos adolescentes em uma atividade realizada quinzenalmente, dentro do Projeto EFETI (Educação de Formação em Tempo Integral) - em parceria com a EMEF Profª Rosa Tomita.
O evento, que acontece desde abril deste ano, é fruto de uma experiência em um sábado letivo, cujos resultados superaram as expectativas. Trata-se de atividades interativas que saem do convencional, envolvendo bem-estar, arte, lazer e entretenimento a 275 adolescentes.
A proposta é dar autonomia para que os educandos construam neste dia a sua rotina e participem das atividades que lhes agradam, seguindo as regras já estabelecidas na unidade, dentre elas a de que é preciso participar, interagir e respeitar os colegas.
A Sexta Diferente está na segunda edição e tem proporcionado aos adolescentes uma tarde inusitada, leve, criativa e divertida. Pretende-se estender o evento a egressos da Unidade e convidar adolescentes da comunidade para uma apresentação de dança de rua.
Parceria de sucesso
A Fundhas Jd. São José e a Escola Municipal de Ensino Fundamental Rosa Tomita funcionam em parceria, oferecendo ensino em período integral com o objetivo de assegurar ganhos de aprendizagem em todos os âmbitos do desenvolvimento do aluno.
As crianças cumprem uma jornada diária de quatro horas de aula na escola e mais quatro horas de atividades na Fundhas Jd. São José, a maior unidade da Instituição, que atende a faixa etária entre 7 e 14 anos.
O resultado da parceria foi expressivo e refletiu em um aumento de 25,6% nos índices do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) nos anos iniciais (de 3,9 foi para 4,9) e de 51,9% nos índices dos anos finais (de 2,7 foi para 4,1).